Peru

01/01/2017 19:01

Peru

29 de dezembro

 

Dia de sair de copacabana. Me perdi de meus amigos e chegando a juli fiquei em uma hospedagem. 1 dia do Peru.

 

30 de dezembro

Nao consegui tirar dinheiro no caixa eletronico da cidade. E sai muito tarde. 20 km de pedal e meu pneu furou. Acabei pegando uma carona com um carrinhos e minha bike balançou muito. Depois peguei um onibus ate puno. Onde encontrei meus amigos. 

 

31 de dezembro

Ultumo dia do ano. Cocnheci a amiga de couchsurfing Mayza, professora muito culta que passou conosco o ano novo. Primeiro comemos uma pizza depois fomos a um karaoke vazio. A 15 minutos do novo ano fomos a praça ver os fogos. 

 

01 de Janeiro de 2017

 

Sai com minha amiga a uma cidade com muita historia comer uma trucha em Chucuito de van. Uma deliciosa trucha, um peixe de agua doce. 

Depois vimos arquitetura pre inca da cidade e voltamos a tarde. 

 

02 de janeiro

 

dia de descanso

 

03 de janeiro

 

Dia de deixar puno. Seguimos a dica da minha amiga Maysa e fomos a um povoado onde tinha algumas arquiteturas pre-inca e inca chamada Sillustani. Pagamos a entrada mais acampamos de graça. Uma linda vista para o lago.

 

04 de janeiro

Sai um pouco antes de meus amigos. Nos encontramos em Juliaca, depois eles seguiram e eu fiquei de levar minha bike em uma loja para ver o freio e tentar  comprar um pneu pois o que eu tinha de reserva foi para frente. E o traseiro ja estava bem gasto. Não consegui comprar o pneu e fiquei em um hostel. 

 

5 de janeiro
Sai de juliaca e ia até pucara a 62 km. Trajeto muito bonito com vista para campo e montanha. Chuva e granizo no caminho. Cheguei na cidade e comi logo um frango com batata. Depois fiquei em uma hospedagem por 15 soles com banho quente.
 
 
6 de janeiro
No caminho, bem bonito encontrei 3 Cicloturistas vindo no sentido oposto de mim. Primeiro um americano e logo em seguida dois canadenses. Segui e meu pneu novamente furou. Resolvi substituir o pneu antigo por um novo . Porém parecia ser mais fino do que as especificações. A Bike não ficou boa e resolvi ficar em ataviem em seguida m hostel. Acabei comendo um caldo de cordeiro incluso batata. Depois iria Trocar a roda mais fina para frente e a roda grossa para trás.
 
07 de janeiro
Sai cedo e pedalei até  Kunukara Alto ( que significa em quechua montanha do povoado). O tempo estava ate bom para pedalar, sem sol. Porem depois começou a chover e parei em uma mercearia. Conversei com a vendedora e seus filhos e dei umas fotos para eles. Depois fiquei alojado na escola. Um americano , spencer que estava viajando de bike chegou logo em seguida. Falava bem o espanhol e morava em santiago. 
 
08 de janeiro
Seguimos eu e o  americano Spencer para checacupe onde acabei encontrando os amigos argentinos cicloturistas que havia ido na minha frente dias atras. Eles iriam fazer uma trilha e nao deu certo e acabaram voltando. Depois Leo tinha um contato de um peruano no warmshower(especie de couchsurfing do cicloturismo) e ficamos os quatro em sua casa.
 
09 de janeiro
Seguimos para cusco. 105 km de pedal. No final furou meu pneu. Ficamos em um hostel.
 
09 a 18 de janeiro
Continuamos em cusco onde conhecemos o magnifico machu pichu e outras arquiteturas incas
 
 
21 de janeiro
Dia de sair de Cusco rumo a grande viagem de 1000 km até Lima. Dia emocionante. Primeiro grande subida, logo em seguida chuva o que me fez parar em um restaurante para comer o tradicional sopa de primeiro prato e de segundo muito arroz, um bife ridículo de pequeno e uma espécie de feijão verde. Tudo por 5 soles. 
O pedal ia bem mais certa altura uma pessoa que liga o câmbio traseiro a roda quebrou. E agora o que fazer, ao lado havia uma mercearia com o dono sentado à porta que me viu. Foi super simpático disse que a 5 km na cidade que eu havia passado haveria conserto e que eu deixasse os alforges lá e tomasse uma kombi . Fiz isso e consegui reparar por 20 soles. Depois vim pedalando até à mercearia onde coloquei de volta às bolsas e segui. Logo em seguida ao parar a Bike um senhor de 86 anos me viu e me chamou para tomar um chá. Aceitei , mais já estava ficando tarde e logo segui. Já quase anoitecendo inicia-se uma descida de 10 km até a cidade que eu iria ficar. Só que aos 5 km e já a noite meu pneu traseiro fura e resolvi empurrar, depois chuva e logo em seguida o pneu da frente fura. Cheguei a cidade umas 21: 30  onde fiquei em uma hospedagem com um delicioso banho quente. 80 km duro porém com final feliz.
 
22 de janeiro
Comprei mais um pneu para a frente. E troquei as câmaras dos dois pneus.  Sai um pouco tarde e tive uma descida de 5 km. Depois começou o sobe e desce. Mais como alegria de pobre dura pouco o pneu traseiro furou. Troquei e a nuvem de chuva se aproximava. A tarde fez 40 graus. A muito tempo não passava por tanto calor. Mais aqui o tempo muda muito. Ontem à noite estava 9 graus. Encontrei com um suíço que estava vindo da Colômbia. Meu pneu traseiro começou a rasgar. E tive que pegar uma carona até pampahuacho onde consegui comprar um novo pneu, dessa vez traseiro. Depois consegui um hostel san Cristóvan por 15 soles e comi um frango com arroz, salada e batata.
 
23 de Janeiro
 
Dia dificil 30 km de subida em 6 horas e depois maravilha dos 30 km de descida no final consegui uma hospedagem em Abancay. E o melhor sem furo de pneu. Cheguei ainda de dia. 

 

24 de janeiro
Continuando a pedalar em subida e descida. 70 km até Santa Rosa. Antes havia parado em um restaurante e por 7 soles comi um delicioso arroz com grão de bico, frango e salada. Depois sai energizado para continuar por lindas paisagens de rio, montanha, muito verde e povoados. 
Chegando em uma hospedagem arrumei um soldador que me fez um bagageiro dianteiro em duas horas por apenas 40 soles e de ferro, o que me permitirá levar mais peso na frente equilibrando mais a Bike e furando menos atras o pneu. 
 
25 de janeiro
Muita subida. Por isso fiz 50 km em umas 7 horas. Parei para almoçar frango com batata frita e salada. Depois segui e fiquei em uma hospedagem em chalhuanca.
 
26 de janeiro
Pedal tranquilo. Cheguei em um povoado a tarde na hora do almoço e comi gelatina depois um menu com sopa e de segundo prato peixe. Ainda Dava para pedalar só que a chuva se aproximava e a subida longa ia começar. Então preferi ficar no povoado e hospedagem por 15 soles . Aproveitei para lavar algumas roupas e fazer um vídeo de machupichu 
 
27 de janeiro
Continuei e tive que subir a famosa subida das 7 curvas, que fiz em 2 horas e meia. Depois parei para almoçar em um povoado e fiquei alojado no banheiro do pedágio. 
 
28 de janeiro
 
Continuando pela altitude peruana. Um pouco de subida da temperatura mudava constantemente. De 24 graus a 2 graus quando iniciou chuva de granizo e eu já estava chegando no povoado de negro maio onde almocei e jantei e fiquei em casa hospedagem de uma família bem humilde. 
 
29 de janeiro
Tomei café da manhã e sai. Pedalei uns 30 km e depois verifiquei que fortes nuvens se aproximavam. É uma subida que se eu continuasse ia pega-la. Resolvi parar peguei carona com um peruano de legal lima que ia estudar no brasil. 
Depois cheguei a nazca a noite. Pela primeira vez na viagem dormi em um lugar quente que não usei nem lençol. 
 
30 de janeiro
dia de descanso em nasca. Aproveitei para consertar o bagageiro traseiro que  quebrou  e comprar uma camara nova para o pneu dianteiro.
 
1 de fevereiro
Muito calor. No início subida depois uma reta sem fim e quase 70 km de pedal. Chegando em Salgueiro perguntei por hospedagem uma moça meio estranha do cabeleireiro me chamou aqui posso te hospedar. Depois me deu toalha para tomar banho e quando eu estava tomando banho outro amiguinho gay dela cabelereiro e ela entraram no banho . Queria me tocar e elogiou-me , disse que não. Depois do banho fui até a Bike e dei o fora. Gente louca. Foi a primeira tetativa de assedio sexual que sofro na viagem. re,re.Parei em uma hospedagem a frente. E o neto da dona criança me deu dois ovos e manga e depois sua avo me enviou uvas. E ainda um ventilador. Dessa vez dormirei bem no deserto peruano. Depois fiz uma pasta para a janta.
 
02 de Janeiro
Segui por quase plano sempre e calor. 80 km e parei em uma hospedagem em Paracas. 
 
03 de janeiro
Troquei o pneu da bike e sai um pouco tarde. Iria fazer so 15 km ate pisco. Depois fui ao banco. Encontrei uma hospedagem por um bom preço com intentet.
 
04 de fevereiro
Pedal tranquilo até san Vicente de canete onde fiquei em uma hospedagem com boa internet. 
 
05 de fevereiro
Sai tarde e pedalei até Boulevard. Onde acompanhado por um morador me levou ate uma hospedagem humilde. Lá passou um caminhão de frutas e comprei para lanche e janta melancia, uva e manga. As crianças, curiosas, me perguntaram muitas coisas sobre a viagem.  Meu pai me deu de presente passagem para Brasil para passar aniversário e alguns dias matando saudade da família. Irei de 11 de fevereiro a 4 de março ao Rio. A Bike ficará em Lima. É bom também que tenho que ir ao banco e resolver algumas coisas no Brasil. 
 
 
O6 de fevereiro 
Día duro. Hospedagem muito ruim em boulevard. Dormi muito pouco. Mosquito , calor e sem ventilador. Tive que dormir com phone no ouvido para não escutar barulho de mosquito . Sai de casa não eram 7 da manhã. A roda estava como se tivesse alguém passado canivete ou com unha de gato. Fui para em frente à Pan-americana e  um peruano me ajudou, seu amigo foi até a cidade mais próxima de mito comprou um pneu para mim e voltou. 
Depois segui o caminho e comi um sorvete sem conservante que se vendia muito no caminho. Logo em seguida comi um menu muito bom com sopa diferente com batata seca picada é muito picante. Uma limonada inclusa acompanhou. Logo em seguida o segundo prato. Um peixe com com arroz e aipim. 
Segui e minha Bike depois da subida quebrou a peça que liga meu câmbio traseiro na Bike. Logo em seguida um carro parou e me deu ajuda. E fui até lima. Me deixaram em frente à galeria com diversos quiosques de peças de Bike e conserto. Acabei tendo que Trocar o câmbio que já estava com ele a muito tempo, mais de 10 mil km. Depois fui caminhando até uma hospedagem que parecia mais motel.
 
07 de fevereiro
Fui ate a bonita praça e bairro Miraflores, uma ciclovia e parque lembrando o aterro do flamengo no rio. A praia completava abaixo. Depois conheci uma garota que estava aprendendo o portugues e fui encontrar com ela no Mcdonalds, onde ela me pagou um big mac com fritas e coca-cola. Depois voltei para o parque e fui ate barranco, outro lado de miraflores. Bonito lugar tambem. E fui ate a starbucks usar meu notebook e tomar um milkshake. 
Depois voltei para o parque. Em seguida fui ate a lanchonete starbucks em barranco e tomei um milk shake e fiquei la na internet ate ir para a casa da minha amiga ale. Minha primeira couchsurfing em LIma. Uma pessoa incrivel, professora de yoga e que viajou ja por varios paises do mundo. Tem uma energia otima. Jantamos em sua casa e ela tambem me emprestou um excelente livro chamado sincronismo explicando essas coisas e encontros que temos especiais e sem explicacao , sobretudo o que esta acontecendo comigo nessa viagem. Uns dizem coincidencia , outros anjo forte, outros sorte. Bom saber que existe um pouco de explicacao em livros pois é muito profundo. 
 
08 de fevereiro
COntinuei na casa de Ale, dia de relaxamento e tranquilidade. E terminei de ler um livro em dois dias, o mais rapido que já li, me deu mais clarezas em compreender a relaçao dos sonhos com universo. 
 
11 de fevereiro a 04 de março
fui ao brasil visitar a familia e passar as ferias.
 
06 de março
Fui levar a Bike para dar regulada em freio e marcha. 
Também peguei o metroviário que era na verdade uma espécie de BRT porém sem ar condicionada é muito quente e cheio. Fui até ao centro comprar um acessório para encher meu pneu. 
Depois na volta peguei a Bike e pedalei na bonita Miraflores e vi o por do sol. 
Na volta os franceses fizeram um jantar à base de salada, pasta, abacate tudo junto.
Logo em seguida Monica chegou e jantou conosco. Disse que o trabalho estava chato é que queria viajar de bicicleta. 
 
07 de março 
Dia de sair de lima. Monica me acompanhou de Bike e me deixou na ciclovia antes de ir para  o trabalho. Segui pela ciclovia uns 10 km depois tive que encarar os carros e caminhões com pouco acostamento. 
Muito calor e parei para comprar cevada e chirimoya em forma de refresco que vendia no caminho. Depois continuei e o termômetro marcou 44 graus. Parei para almoçar sopa e o segundo prato de arroz , feijão, frango e salada. Só que devido ao calor so comi um pouco da sopa quente. 
Depois de 70 km depois , umas 16:30 parei e fiquei em um hostal no posto de gasolina. E paguei 15 reais.
 
08 de março
segui para huaco. Quase tudo plano. depois almocei quando cheguei e vi o ultmo gol do barcelona que se classificou em partida epica com o PSG. Fiquei em um hostal com tv a cabo e internet esperando a estreia do flamengo na libertadores.
 
09 de março 
Pista com destino a barranca de um lado em obra o que me deixou com uma certa distância dos carros. 
Antes parei para comprar frutas. 
Parei no meio do caminho para comer o menu famoso e de segundo prato tenho pedido mais arroz feijão e frango. 
Chegando a barranco uma bonita praia de cima. Depois conheci um amigo que tinha como taxi aqueles carrinhos que faz suceso no peru por ter baixo custo e cobrar muito barato pela corrida curta. Uns 2 reais.
Meu amigo me levou até um hostal de seu amigo mais barato. Ele disse que conheceu a 4 anos um cicloturista que passou por barranco. Uma grande pessoa que me ajudou, o anjo do dia. 
Depois fui dar um mergulho no mar e voltei.
 
10 de março 
Fui até 50 km de huarmey. Havia uns restaurantes e umas poucas casas. Perguntei sobre alojamento em um restaurante. Me disseram que eu podia acampar em uma guarita. Almocei peixe arroz e feijão. Depois a senhora me vendeu ovos e cozinhou para mim. Depois fui ler o livro sentado em uma cadeira velha. A paz e a armonía tomaram conta de mim. Estava feliz naquele fim de mundo com quase nada. Fazia calor, o local era sujo e cheio de mosquito. 
Depois fui para a barraca. 
 
11 de março
O calor estava grande. Sai cedo e as 10 já ja estava 40 graus. Vista linda das dunas e montanhas de um lado e praia de outro. 
Parei no meio do deserto e tomei uma inka-cola(a Coca Cola peruana). Cheguei a huarmey no horário do almoço fui logo ao restaurante e comi. Depois procurei hospedagem encontrei um morador de Bike que me ajudou a escolher alojamento barato e ainda me levou a uns senhores que consertavam bicicleta e recuperaram minha bomba de encher pneu que não queria encher. Depois fui ao alojamento e mais tarde fui a praça. 
 
12 de março 
Pedalando pelo bonito deserto do norte chileno cheguei depois de 44 km a um restaurante diferente. Ele tinha anotado em seus livros a mais de 25 anos relatos de viajantes que passaram por lá. Miguel me recebeu super bem, me ofereceu um delicioso prato de batata frita , um grande bife , arroz e salada e cevada para beber. Me mostrou alguns livros enquanto eu ia comendo. Depois seu clemente apareceu e conversamos um pouco. Depois aind tomei uma coça cola e levei uma garrafa d'Água de 2 litros e eles não me deixaram pagar nada. Pessoas maravilhosas e que eu agradeço imenso. E com seu quase museu da mais vontade de continuar a viagem e saber que existe muitos viajantes   Seja de bicicleta. A pé, moto, etc.  Depois segui e em casma fiquei em uma barata hospedagem. 
 
13 de março 
 
Pedal com dois furos no pneu traseiro. O grampo das estradas chilenas já tinham em tão pouco tempo ultrapassado o pneu marathon e furado a câmara. Como não tinha visto o grampo continuei depois de colocar uma câmara nova kenda, que gosto mais. Logo em seguida furou novamente e conseguir ver o grampo que estava furando. Retirei com um alicate e continuei. Segui viagem e a 30 km de chimbote parei em um restaurante e almocei com direito a suco de maracujá incluso. Sentei junto com trabalhadores das estradas locais e conversamos um pouco, muita curiosidade na minha cicloviagem. Depois segui e fiquei em um hostel que parecia motel com espelho grande no quarto e canal porno na TV a cabo. Havia também no quarto um ventilador , um artigo de luxo no quente deserto do norte peruano. Fui à farmácia e comprei a pomada hipoglos pois estava assado com meu banco e o calor. 
 
14 de março 
 
Uma reta muito grande pela pan americana. Cai da Bike e quebrou a peça que junta o câmbio traseiro a Bike. Consegui uma carona até chao. De uns trabalhadores que consertavam máquinas na estrada. Depois peguei um ônibus até Trujillo e coloquei tranquilo a Bike no porta bagagem do bus. 
Cheguei a casa de ciclismo de Trujillo. Lá estação meus amigos argentinos Octávio e Léo que pedalei por um bom tempo de La Paz a Cusco. La também estava um espanhol e um casal de suíços. Logo em seguida chegou um coreano que veio de Ushuaia a Trujillo em apenas 4 meses, voando o ninja coreano. 
Logo em seguida chuva no deserto e molhou inclusive dentro da casa. Panos e rodos para jogar a água para fora da casa. A casa era gerenciada por Lucho, apaixonado por bicicleta. Tinha varias bikes na casa que também continha diversas peças parecendo uma oficina. Também cartazes de eventos antigos de Bike.No livro de visitantes de todos os tempos os franceses são os campeões de viagens em Bike com 134 viajantes, em seguida alemães com 110. O Brasil vinha bem abaixo com 42 viajantes. Ainda acredito que essa modalidade de esporte e viagem ainda crescerá muito no Brasil. 
Depois chegou a mulher do dono. Eles não moravam na casa porém perto. 
A noite fomos eu e os argentinos ver a partida entre botafogo-BR x estudiantes-arg em um cassino com várias televisões em que quem quisesse apostar poderia nos jogos e em outras modalidades. Nos só tomamos uma Coca-Cola e assistimos em um grande telão a partida. 
Depois voltamos e comemos em um restaurante chinês por 6 reais. 
Depois a chuva apertou e voltamos a casa. A noite a luz acabou com a forte chuva. E as lanternas tiveram que ser ligadas.
 
15 de março
Dia de descanso. Huaico, enchente maior em Trujillo nos últimos 20 anos. Fomos colocar areia no saco para colocar na porta da casa do dono da casa do ciclista , para não entrar água. 
 
16 de março
Conoci uma garota de peru. Fomos conversar. Ela era economista e gostava de viajar. Gostei de conversar com ela. Inteligente, economista, trabalhava em projetos de 4 meses para o governo. 
 
17 de março
Outro huaico na cidade mais para a noite. Muita poeira pois nao existe sistema de recolhimento de lixo e limpeza na cidade. Quando a lama secou a poeira subia . Alem do mais começava a ficar sem agua na cidade. 
 
18 de março
acordamos cedo e fomos ate a praça. A força aerea do peru estava fornecendo aviao gratis para o norte e para Lima. Conseguimos eu e os amigos argentinos , depois de esperar um pouco na fila, um voo para Piura.
 
17 a 19 de março
Dia de huaico em Trujillo. Um Rio de lama e água na rua em que estava. Maior enchente dos últimos 20 anos. Limpeza na casa de Irmao de lucho da casa do ciclista.   Saír para almoçar estava difícil, pois havia muita lama no caminho. Lixo também era grande. E como não havia um sistema de limpeza com água na rua quando o barro secava virava pó e os carros passavam e levantava esse pó. 
 
20 de março a 8 de abril
Tivemos que esperar vários dias em Trujillo pois a estrada estava coberta de água pelas enchentes. 
 
09de abril 
Saimos com destino a Pacasmayo, 80 km de plano e chegamos cedo na bonita praia. Conhecemos uma peruana de lima que morava lá. Acampamos na praia com muito mosquito e calor. Para dormir foi dificil. 
 
10 de abril
Acordar e mergulhar é um banho de energia para começar bem o dia. Fomos a feira comprar o café da manha e tomar na praça. Seguimos para Mocupe onde esperamos na praça. A noite lucho veio de bike de trujillo para fazer um treino e me entregar um short que eu havia esquecido e um clip para meu tenis de ciclismo que eu havia perdido no caminho. Os mosquitos nos atacaram como nunca e para dormir no alojamento da igreja foi tambem complicado. Alem do calor. 
 
 
 
 
11 de abril
Fomos até chiclayo. Pocos km 30 e 10;30 já estávamos lá. Eu e os dois argentinos. Lucho e Franz chegaram antes e fomos encontrar com ele e seu amigo e seu hostel. Seu amigo nos alojou de graça. Ele havia mais 16 hotéis e já havia recebido ciclituristas. Ele também havia feito uma viagem até a Colômbia a uns 15 anos atras. 
 
12 de abril
Pedalamos 80 km e paramos em um restaurante no meio do deserto chamado oásis. Onde comi o melhor frango do peru.Depois ficamos sabendo que o próximo povoado ficava a 140 km. E tomamos uma carona de caminhão. Chegamos a sullana e ficamos em um centro de convenção de um museo. La colocamos nossos colchões e encontrei até um ventilador. Vi uma parte do jogo do flamengo na libertadores.
 
13 de abril 
Péssimo caminho , cheio de buraco e um calor infernal de quase 50 graus. Chegamos a tallara. Acampamos nos bombeiros.
 
 
14 de abril
Acordamos cedo e tomamos um reforçado café da manhã com direito a manga, abacaxi, ovo. 
Não consegui render estava sentindo o corpo estranho. Acho que foi princípio de insolacão. Estava quase desmaiando e depois de 30 km peguei uma carona até Mancora. Ficamos em um hostel em frente à praia com um bom preço mais com muito calor. 
 
15 e 16 de abril
Fomos para casa de Yola do couchsurfing. Era um hostel mais ela recebia couchsurfing também. Uma senhora que tinha um hostel com muita arte em seu pequeno espaço muito acolhedor. Depois fomos à praia com a água quente e deliciosa. 
 
16 
Encontramos um casal que já tinha viajando o mundo de Bike com fantoches e incentivos a ler a crianças . E fomos convidado para passar o dia no camping que estavam. Havia também lindos chalés. Em frente à praia. Havia alguns turistas de vários países. Jogamos futebol Chile e Brasil contra argentina e perdi de 3x2. Fizemos peixe e a noite em frente à fogueira. Decidimos que iriamos ficar mais dois dias em mancora no camping. 
 
17 de abril
Dia de relaxar e a tarde saímos do hostel e fomos para o camping onde tivemos na véspera. Chegamos quase a noite e armamos a barraca. A noite muito calor e mosquito. 
 
18 de abril
Dia relaxado na praia. Depois chegou um cicloturista brasileiro que viu minha postagem na internet e estava perto. E logo em seguida chegou dois paulistas . Um doidinho que fugiu da casa dos pais pois repetiu duas vezes a mesma série. Aprendeu a tatuar comprou a tinta e estava pintando seu irmão, que viajava a 1 ano e meio. Depois os 6 cicloturistas foram tirar fotos pelados para o projeto biclotecas por el mundo.
 
19 de abril
Dia de descanso no camping 
 
20 de abril
Dia de sair de mancora. Pensávamos em pegar um caminhão mais não parou nenhum. Almoçamos e Pedalamos até Acapulco a 60 km. O padre da igreja evangélica nos deixou ficar na casa dele. Tomamos banho no mar onde havia uma alga que deixava a onda azul . Super raro.

 



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